quinta-feira, 17 de abril de 2014

Presos fogem da delegacia em Alto Parnaíba no interior do Maranhão


Presos fogem da delegacia em Alto Parnaíba no interior do Maranhão
Delegacia / Foto: Reprodução
 Dois presos conseguiram fugir por volta das 17h20m desta quinta-feira (17) da Cadeia Pública de Alto Parnaíba - MA, localizada a 1100 km da capital São Luis.

Segundo nos revelou o carcereiro o Sr. Tarson que estava no plantão, um preso solicitou que queria ir ao banheiro que fica em outra dependência da delegacia, pois a cela de detenção provisória não dispõe de tal sanitário, neste momento, o seu companheiro de cela empurrando a grade aproveitou para sair junto, passando para a área de banho de sol e em seguida pulando o muro que não possui cerca de arame farpado, nem muito menos cerca elétrica, para dificultar fugas. Os presos até o momento não foram recapturados.

Ainda segundo o carcereiro, os foragidos que não tiveram suas identidades reveladas, por serem menor de idade, encontravam-se presos no local a cerca de uma semana, em uma cela separada dos demais presos de justiça.

Tudo leva a crer que os menores estavam prestes a serem liberados, ou transferidos, uma vez que o Estatuto da Criança e do Adolescente determina que menores infratores sejam encaminhados para a fundação casa.

O Governo do Maranhão precisa urgentemente melhorar a estrutura tecnológica, nomear um delegado de carreira e construir uma delegacia com estrutura adequada, mais policiais, ou seja, o Estado deve assumir suas responsabilidades.
Por Smith Rosa e Raildson Rocha

sábado, 5 de abril de 2014

Maranhense que resgatou passageiros de ônibus incendiado por criminosos vira herói nacional.



Maranhense que resgatou passageiros de ônibus incendiado por criminosos vira herói nacional.
.Do Blog Raimundo Garrone

O maranhense Márcio Nunes, 37, que teve 75% do corpo queimado após o ônibus em que estava ser incendiado por criminosos em onda de violência em São Luís (MA), é capa da edição deste sábado do maior jornal do país, a “Folha de S.Paulo”.
Márcio é personagem da sessão “Minha História”, do caderno Cotidiano do jornal paulista. Ele contou sua história á repórter Carla Guimarães.
O jornal traz ainda reportagem sobre a fuga de dez pessoas da penitenciária de Pedrinhas e da crise sem fim que se instalou no sistema de segurança pública do Maranhão.

Leia a seguir o depoimento de MÁRCIO RONY DA CRUZ NUNES, 37

RESUMO Há três meses, o ônibus onde estava o descarregador de mercadorias Márcio Rony da Cruz Nunes, 37, foi alvo de um atentado na região metropolitana de São Luís. Os bandidos incendiaram o veículo, em ação ordenada de facções criminosas presos em Pedrinhas. Mesmo com 75% do corpo queimado, esse pai de cinco filhos retirou do veículo três pessoas de uma família, entre elas Ana Clara Sousa, 6, que morreu. Transferido para um hospital de Goiânia, já passou por três cirurgias. A pele que nasce no rosto é protegida com máscara. Para andar, usa um aparelho ortopédico para sustentar os pés lesionados.


“Estava indo do serviço para o bairro Mata [em São José de Ribamar, na região metropolitana de São Luís, Maranhão], onde morava.
Ia todo mundo tranquilo. Quando um rapaz deu sinal para o ônibus, parecia um passageiro normal. Mas ele entrou e foi puxando a arma da cintura, pediu para o motorista desligar [o motor] e abrir as portas para descer só mulher e criança.
Houve um tumulto, porque todos queriam descer ao mesmo. Ele já estava jogando gasolina e tacando fogo. Os outros [bandidos], que estavam escondidos, entraram em ação na sequência. Eram mais de dez.

Havia uns 30 e poucos passageiros. O motorista foi o primeiro que saiu do ônibus. Tinha gente pulando pela janela. Era homem e mulher, um passando na frente do outro para correr para as portas.
Imaginei que fosse um assalto. Consegui descer porque ainda estava na parte da frente, justamente onde eles estavam jogando a gasolina.
Quando desci, um deles jogou um cigarro nas minhas costas. Aí incendiou logo. Saí correndo pedindo socorro. Me joguei numa poça com água e apaguei o fogo.
Foi nessa hora que escutei a moça gritando [dentro do ônibus], procurando as filhas dela. Então, não pensei duas vezes, não tive medo e voltei de novo [para dentro do veículo em chamas].

A catraca travou, e as duas filhas ficaram no corredor do ônibus. Cheguei, empurrei a catraca, que destravou. A mãe passou para o outro lado e conseguiu pegar uma delas. Eu peguei a outra [Ana Clara, no colo]. As crianças estavam chorando, gritando. Já tinha pegado fogo nelas. Então saímos.

SOLIDARIEDADE

Parou um carro para prestar socorro. Eles queriam que eu fosse também. Eu disse: “Não, levem elas [meninas] que estão mais machucadas”. O próximo carro que parou me levou. Achei que estava queimado, mas não imaginei que estava tão machucado.
Pessoas comuns paravam lá para olhar o que tinha acontecido, outras prestavam socorro. A ambulância chegou depois. Eu já tinha sido socorrido por um casal numa [caminhonete] cabine dupla. Na hora, sentia só o ardor. Olhava a parte de trás e via os pedaços do couro [pele] pendurados.
No hospital, os médicos perguntaram se eu lembrava o telefone de algum parente. Lembrei o número de uma de minhas irmãs. Foi só falar e apagar. Não lembro mais nada. Quando acordei, já estava aqui [em Goiânia].

TRATAMENTO

Eu acreditava demais, até hoje [na recuperação]. Em primeiro lugar me apeguei a Deus, porque, quando estava sentindo dor, eu orava, pedia [ajuda] para Ele, aí aliviava.
Fiquei sabendo que estava em Goiânia através das enfermeiras, da minha irmã. Nunca tinha vindo aqui antes.
Não me acho um herói, não. Acho que foi um ato de bravura. Consegui salvar as três pessoas e a mim também.
Foi bom ter ajudado, e acredito que daqui para frente outras pessoas também vão querer fazer a mesma ação quando for preciso.
Só soube [da morte da Ana Clara] através da imprensa [na semana passada]. Fiquei um pouco chocado, porque acreditava que estariam todas as três vivas.
Sinto falta da família. Espero voltar logo [para o Maranhão], encontrar todos, poder abraçá-los.
Minha preocupação maior é terminar o tratamento corretamente [após a cicatrização, usará uma malha compressiva] e depois dar um jeito de voltar ao serviço.


quarta-feira, 2 de abril de 2014

Muro do Fórum Desembargador Aluizio Ribeiro volta ao que era antes

Muro do Fórum Desembargador Aluizio Ribeiro volta ao que era antes.

Com a mesma eficiência e perfeccionismo que o marceneiro Gonçalo Moreira Bastos, produz móveis em sua marcenaria ele deixou em 15 dias o muro do Fórum Des. Aluizio Ribeiro, após ser colocado ao chão com o seu trator na manhã de (15-03).

Depois do acontecido, Gonçalo procurou de imediato corrigir o feito, sendo que contratou um pedreiro para o levante, colocação das pastilhas e pintura, já a cancela e as grades de ferro o marceneiro com o seu conhecimento também em ferragem veio a fabricar e colocar em seu devido local, assim voltando como estava antes.

Indagado por mim sobre o trator, Gonçalo apenas lamenta o ocorrido e  que agora busca por meio da advocacia do cidadão a liberação de sua enxada motorizada para dar continuidade a estruturação de sua pequena chácara que possui às margens do Rio Medonho a 15 km da cidade, para onde pretendia levar a máquina naquela manhã.

Gonçalo é daqueles sertanejos que pouco frequentou a sala de aula, mais é possuidor de uma inteligência invejável, sendo que o que faz, faz bem feito assim ganhando a admiração e respeito de todos.


terça-feira, 25 de março de 2014

Aldemar recebeu titulo de cidadão honorário de Alto Parnaíba.


 

Aldemar recebeu titulo de cidadão honorário de Alto Parnaíba.

Aldemar exibe seu título de cidadão Altoparnaíbano.


O Bancário Aldemar Dias Ribeiro, recebeu na noite desta segunda-feira (23-03) o título de cidadão honorário de Alto Parnaíba em reunião solene da Câmara Municipal. Com todos os vereadores presentes e um grande número de pessoas na galeria da Câmara, a solenidade foi marcante, contando ainda com a presença de autoridades de Santa Filomena-PI.

 Diversos amigos também foram levar o abraço ao homenageado. Foi uma solenidade rápida e simples, como a simplicidade do homenageado.
Colegas e amigos
 

 O Título de Cidadão Honorário foi uma indicação da presidente da casa, a vereadora Maria do Socorro R. Vieira e aprovado por unanimidade em uma sessão ordinária realizada minutos antes da sessão solene que lhe concedeu o título de cidadão Altoparnaíbano.
Vereadores e o homenageado com filho e esposa.
 

 A vereadora presidente Maria do Socorro R. Vieira, proponente do título falou o orgulho de poder está  homenageando seu conterrâneo, já que a mesma é também natural de Tasso Fragosso. Entre os discursadores falou o bancário aposentado João Lima, que destacou o caráter e a amizade do velho colega de trabalho. O ex- gerente do Banco do Brasil Loasil Lemos fez questão de relembrar os velhos e bons tempos como bancários nesta cidade, quando ainda tínhamos o Banco do Brasil. Outro ponto que foi destaque foi a presença quase que maciça de seus colegas de trabalho, onde o bancário Adriano congratulou o colega em nome dos demais.
Adriano e demais colegas de Aldemar
João Lima lhe prestando homenagem.

 Bancário a 27 anos, aqui chegou em abril de 1987 e permaneceu até julho 2005 quando foi transferido para Estreito, depois para Balsas e retornando a esta terra em maio de 2012, onde permanece até hoje.
 
 Ao final, Aldemar agradeceu a todos pelo carinho e presença na homenagem, e concluiu dizendo que se sentia mais rico e mais orgulhoso com aquela homenagem. Em seguida o homenageado ofereceu um coffee break aos presentes.

O titular deste, mais uma vez reitera os votos de agradecimento à câmara de vereadores por ter acatado a sugestão do Blog Smith Rosa.